De repente ela irrompia num riso tão compulsivo que tinha que tirar os óculos e limpar os olhos com um lencinho. Pelo meio das gargalhadas saíam uns "Ais" assim como quem se queixava de ter chegado a um limite.
- O que é que se passa D. E****? - perguntávamos nós, mas sabendo bem o que se passava.
Então ela pegava na deixa e lia em voz alta a anedota familiar que estava a ler na Dica da Semana que tinha escondida na gaveta da secretária. E nunca, mas nunca, reparou que nós não achávamos piada nenhuma.
Duas irmãs, um rei
Há 1 mês


